[1]
Lopes , A.G. 2023. O Jardim Sem Limites, de Lídia Jorge, e o fim da História: a “temporalidade oceânica” de um presente sem memória nem culpa. Cadernos de Literatura Comparada. 48 (jun. 2023), 27–42. DOI:https://doi.org/10.21747/21832242/litcomp48a2.