O mundo sabe bem o que amamos: humanitas geológica
DOI:
https://doi.org/10.21747/21832242/litcomp48a6Keywords:
Antropoceno, Stella Maris, acidente, herançaAbstract
Este artigo lê Stella Maris de Cormac McCarthy como exemplo de literatura do Antropoceno (Gabriele Dürbeck), considerando os conceitos de hantologie e herança de Jacques Derrida, e o ato de ver enquanto responsabilidade sobre o mundo e a sua mutação. Para tal, analisar-se-á sobretudo o espaço onírico da protagonista, perspetivando-o segundo teorias ecocríticas contemporâneas atinentes à conceptualização de fim do mundo (Haraway, Viveiros e Danowski), e ainda a possibilidade arquivístico-projetiva da literatura antropocénica.
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